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Rua de Santa Catarina, Porto, Portugal

O primeiro bairro no Porto

Photo: Bernard Gagnon, Wikimedia Commons, CC BY 4.0.

Escolha o bairro pela forma como sai de casa, não por uma fotografia do rio. As rendas mudam todos os meses, por isso esta página não as imprime. As verificações do contrato estão em Antes de assinar um arrendamento no Porto.

  • Ribeira e Baixa. Bonitas, íngremes, e barulhentas à noite. Um primeiro ano aqui é umas férias que não acabam. Serve um mês, custa o sono.
  • Cedofeita e Santo Ildefonso. As ruas que as pessoas querem dizer quando dizem que vivem “no centro”. Restaurantes, e ruído ao fim de semana nos quarteirões mais movimentados.
  • Bonfim. A leste do centro, mais residencial, com o Campo 24 de Agosto e Campanhã perto. Uma primeira morada comum para quem acabou de chegar.
  • Paranhos e Asprela. A universidade e o Hospital de São João. Mais autocarros do que brilho, e um sítio prático se estuda ou trabalha lá em cima.
  • Campanhã. A estação de longo curso. Algumas ruas ainda são duras. O comboio é a razão para estar aqui.
  • Boavista e Lordelo. A Casa da Música tem metro. Ruas mais largas, escritórios, uma caminhada mais longa até ao rio.
  • Foz. O mar, e sem metro na praia. Autocarros e o elétrico histórico ao longo do rio. Mais calma e, em regra, mais cara.
  • Matosinhos. Praia e porto, na linha A do metro. Uma deslocação a sério, não um passeio, até à Trindade.
  • Vila Nova de Gaia. A linha D atravessa a ponte. O centro de Gaia é outra cidade. “Junto ao rio” e “no alto em Oliveira do Douro” não são a mesma viagem.

Ande no quarteirão num sábado à noite antes de transferir um sinal. Uma terça à tarde sossegada esconde um bar. O mapa do metro que interessa para o trabalho é o guia do Andante.

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