Arrendar um apartamento no Porto: contratos e impostos
Os arrendamentos habitacionais de longa duração precisam de contrato escrito, registo nas Finanças quando exigido, e recibos de renda. Estadias turísticas ou curtas pedem muitas vezes registo de alojamento local. Misturar os dois sem a licença certa é caminho para coima.
O contrato
Deixe claro o prazo, a renda, a caução e quem paga condomínio e consumos. As duas partes precisam de identificação e NIF. O senhorio costuma registar o contrato no Portal das Finanças para emitir recibos. O inquilino deve pedir recibo todos os meses; «dinheiro e sem papel» deixa-o sem prova de pagamento.
Como o senhorio é tributado
O rendimento predial de particulares fica em regra na categoria F do IRS, com opções de englobamento e deduções que um contabilista deve encaixar no seu caso. Alguns proprietários faturam em atividade (recibos verdes) quando o arrendamento está ligado a negócio. Escolha o caminho com as Finanças ou um contabilista certificado, não com uma dica de WhatsApp.
IMI e condomínio
O IMI fica com o proprietário. As quotas de condomínio são privadas; diga no contrato quem paga as ordinárias e as obras extraordinárias. Seguros do prédio e do senhorio são conversas à parte.
Se procura casa para arrendar, veja Habitação no Teleporto e exija recibo desde o primeiro mês.
Verificado a 28 de outubro de 2026. Isto não é aconselhamento jurídico ou fiscal. As taxas e as regras mudam. Se a Autoridade Tributária ou o notário disserem outra coisa, siga essa página.